A população carente da cidade de Presidente Vargas enfrenta boicote da Câmara de Vereadores e paralisação de projetos

O Município de Presidente Vargas, cidade localizada na região do Munim, com população pequena, enfrenta grandes desafios diante da atual postura da maioria dos vereadores que compõem a Câmara.

Nesta quinta feira, 26 de dezembro, o Presidente da Câmara, Elailton Freitas, deixou de abrir a Câmara Municipal, impedindo que fossem colocados em pauta projetos de grande importância para a população, como o programa de casas populares, a construção de uma creche federal e a implantação de um mercado municipal na cidade.

No mesmo dia, durante um evento do município, os vereadores Zé Augusto, Francinha do Recanto e a vereadora Rosa Vieira afirmaram publicamente que há semanas tentam levar essas matérias para votação, mas têm encontrado resistência constante do presidente da Câmara e dos demais vereadores, que vem negando sistematicamente a inclusão dos projetos na pauta, sob diversos argumentos diferentes.

Segundo informações, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, foi apresentada em 30.09.2025, sendo norma essencial para realização de obras, serviços e alcance de outros direitos pela população.

A Câmara Municipal da cidade decretou ponto facultativo nesta sexta, 26, ou seja, abrindo a opção de comparecimento ou não dos vereadores para discussão do tema, mas as portas do prédio estavam FECHADAS, impedindo que os vereadores que optaram em comparecer pudessem adentrar no prédio, para discussão do tema.

A população segue na expectativa da aprovação do projeto, permitindo o acesso aos direitos de forma ampla e irrestrita, sem que nenhum outro tipo de interesse ou divergências se ponham acima das pessoas que mais precisam.

Veja abaixo os vereadores envolvidos nessa trama.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *